segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Som que Une!



Tá chegando setembro...


...e com ele, o SOM QUE UNE!
Quem estava com a gente ano passado, sabe o que isso significa! 


É nosso Encontro de Adoração - um dia inteiro na presença de Deus, louvando, adorando e sendo ministrados por Ele, o Rei da Glória!


Temos orado e clamado por unidade - no corpo de Cristo, nos ministérios, nas redes, entre os irmãos... Clamamos também por uma juventude santa, que fala a mesma linguagem aonde vai. Que não se deixa levar pelas inconstâncias da vida, não tem ânimo dobre. Uma juventude com a vida espiritual transparente, com uma mensagem definida, com o foco em Deus. E Deus deu um tema! 


O tema desse ano é Uma só voz, uma só adoração! 


Os versículos chaves são II Cr 5: 13 e 14 que diz "Os que tocavam cornetas e os cantores, em uníssono, louvaram e agradeceram ao Senhor. Ao som de cornetas, címbalos e outros instrumentos, levantaram suas vozes em louvor ao Senhor e cantaram: "Ele é bom; o seu amor dura para sempre". Então uma nuvem encheu o templo do Senhor, de forma que os sacerdotes não podiam desempenhar o seu serviço, pois a glória do Senhor encheu o templo de Deus."


VAMOS NESSA? 


O SOM QUE UNE será realizado no dia 07 de setembro de 2011.


A programação vai acontecer das 9h às 21h. Vai ser um pouco fora de João Pessoa. No município do Conde, na granja FONTE DE ÁGUAS. O que vai ter lá: música, teatro, dança, louvor, adoração, palavra, ministração... SÓ MARAVILHA!


Vamos almoçar, lanchar e jantar por lá e tudo está incluso (transporte também), na taxa de inscrição que é R$22,00 (que pechincha!).


O evento comportará cerca de 80 pessoas. A saída vai ser às 07:30h da MIV (Tenda). Marcamos bem cedo mesmo. Sejam pontuais!


Contaremos com a banda O ALVO, como ministério convidado.


O Ministério de Teatro "Para que tenham vida" e o Ministério de dança "Pés que anunciam" também vão estar lá pra nos abençoar e trazer um pouco da vida de Deus pra nós!


O preletor convidado é o Pr. Claudio Dias, que vai vir do Rio Grande do Norte só pra compartilhar uma revelação de Deus pra nós!


Queremos ver vocês por lá, para juntos, enchermos o templo com a glória de Deus!





quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ser bom não é o suficiente

Ela quase perdeu o vôo. De fato, eu já pensava que tinha a fileira toda para mim, quando olhei para frente e a vi, bufando pelo corredor, puxando duas malas enormes. 
- Odeio voar disse ela, pensando alto, enquanto se sentava. — Tentei adiar isso o quanto pude. 
- Você quase adiou para além do que poderia — disse eu, sorrindo. 


Ela era alta, jovem, loura, bronzeada e bastante desinibida. Sua calça jeans estava rasgada na altura do joelho, seguindo a moda. Suas botas pretas tinham apliques prateados. Descobri mais tarde que ela realmente odiava voar. Seu modo de superar o problema com os vôos era conversar com alguém. 


- Estou indo para casa ver meu pai. Ele vai ficar surpreso com a minha cor. Meu pai acha que sou louca por morar na Califórnia, porque sou solteira, e tudo mais. Estou de namorado novo. Ele é do Líbano. Mas viaja muito e só o vejo nos finais de semana, o que de certa forma é bom, pois fico com a casa toda só para mim. Ela não fica muito longe da praia e... 


Aprendi como agir quando uma mulher atraente e simpática senta-se ao meu lado. Assim que possível, revelo minha profissão e meu estado civil. Isto livra ambos de qualquer dificuldade. 
- Minha esposa também odeia voar - disparei, assim que ela parou para respirar e, portanto, sei o que você está sentindo. Como sou um ministro religioso, conheço uma passagem bíblica que acho que você gostaria de ler quando decolarmos. 


Tirei minha Bíblia da pasta e abri no Salmo 23. 
Pela primeira vez ela ficou quieta. 
- O Senhor é o meu pastor — disse ela, abrindo um grande sorriso enquanto lia. - Eu me lembro disso! - foi seu comentário, no exato momento em que o avião decolava. - Li isto quando era criança. 
Ela continuou lendo. Quando falou novamente, havia lágrimas em seus olhos. 


- Faz muito tempo. Isso foi muito, muito tempo atrás. 
Ela contou-me como crera... uma certa vez. Tornara-se cristã quando ainda era bem jovem, mas era incapaz de se lembrar da última vez que fora a uma igreja. 


Conversamos sobre fé e segunda chance. Pedi permissão para lhe fazer uma pergunta. Ela concordou. 
- Você acredita no céu? 
- Claro. 
- Você acha que vai para o céu? 


Ela olhou para o infinito por alguns instantes e depois, virando-se para mim, disse com segurança: 
- Sim, sim, eu estarei lá no céu. 
- Como você sabe? 
- Como eu sei que vou para o céu? - enquanto pensava resposta, foi ficando cada vez mais quieta. 


De alguma forma eu sabia o que essa jovem diria, antes mesmo de abrir a boca. Pude ver que a resposta estava chegando. Ela me apresentaria sua "lista" (todo o mundo tem uma). 
- Bom, eu sou basicamente boa. Não fumo mais do que um maço de cigarros por dia. Faço exercícios físicos. Sou honesta, trabalho - ela contava cada um dos feitos com um dedo da mão e pedi para meu namorado fazer teste de AIDS. 


Tchan, tchan, tchan, tchan! Ali estava sua lista. Suas qualidades segundo seu modo de pensar, o céu poderia ser alcançado por meio de hábitos saudáveis e de sexo seguro. Sua lógica era simples: sigo a lista aqui na terra e consigo um lugar lá no céu. 


Agora, para não ser duro demais apenas com ela, deixe-me perguntar-lhe uma coisa: qual é a sua lista? 
A maioria de nós tem uma. Muitos são como a moça do avião. Achamos que somos "basicamente bons". Decentes, trabalhador. Temos uma lista que prova isso. Talvez a sua não inclua cigarros e AIDS, mas você tem uma lista. 


Pago minhas contas em dia. 
Amo minha esposa e meus filhos. 
Vou à igreja. 
Sou melhor que Hitler. 
Sou basicamente bom. 
A maioria de nós tem uma lista. A lista tem um propósito: provar que somos bons. Mas há um problema com ela: nenhum de n& suficientemente bom. 


Paulo abordou esta questão, quando colocou duas bananas dinamite com pavio bem curto no terceiro capítulo de sua Carta a Romanos. A primeira carga está no verso 10: "Não há um justo”, disse ele, "nem um sequer". Ninguém. Nem você, nem eu, nem ninguém. A segunda explosão acontece no verso 23: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". 


Bum! Chega de listas. Chega de ser "basicamente bom". 
Então, como é que se vai para o céu? Se ninguém é bom, se nenhuma lista é suficiente, se nenhum ato está de acordo, como é que uma pessoa pode ser salva? 


Nenhuma pergunta é mais importante que esta. Para ouvirmos a resposta da boca do próprio Senhor Jesus, precisamos pensar no último encontro que Ele teve antes de morrer. Foi um encontro entre Jesus e dois criminosos. 


Os três estão sendo crucificados. 


Algumas pessoas gostam de pensar que estes dois ladrões são vítimas. Não mereciam tamanha punição. Homens bons que receberam um castigo muito severo. Patriotas morrendo como mártires. Mas este não é o caso. Mateus elimina qualquer uma dessas possibilidades com apenas um verso: "E o mesmo lhe lançaram também em rosto os salteadores que com ele estavam crucifica-dos" (Mt 27.44). 


A tragédia revela o caráter de uma pessoa. E a tragédia da crucificação revela que aqueles homens não tinham nenhum caráter. Eles usaram seu último suspiro para caluniar a Jesus. Você consegue ouvi-los? Vozes distorcidas pela dor, zombando do Messias. 


"Que droga de rei dos judeus você é?" 
"A vida de Messias é dura hoje em dia, não?" 
"Que tal um milagrezinho, judeu?" 
"Os pregos lá de Nazaré também são desse tamanho?" 


Você poderia esperar uma coisa dessas vinda dos fariseus. Ou, quem sabe, até mesmo da multidão. A zombaria dos soldados também não seria surpresa. Mas, dos ladrões? 


Homens crucificados insultando outro homem crucificado? São dois homens com a corda no pescoço ridicularizando o momento difícil de um terceiro. São dois prisioneiros de guerra diante do esquadrão de fuzilamento zombando da sorte de seu terceiro colega. 


Será que alguém pode ser tão cego assim? Ou tão vil? 


Não é de se surpreender que esses dois estejam pendurados numa cruz. Roma os considera dignos de terrível tortura. Seu único valor perante a sociedade é servir de espetáculo público. Foram deixados nus para que todos soubessem que não se pode esconder o mal. Prenderam suas mãos com pregos para que todos soubessem que o iníquo não tem poder. Foram erguidos num lugar bem alto de modo que todos dissessem a seus filhos: "Isto é o que acontece a homens maus". 


Cada músculo de seus corpos clamava por alívio. Os pregos como que injetavam fogo em seus braços. As pernas se contorciam e se viravam em busca de conforto. 


Entretanto, não há conforto numa cruz. 


Porém, nem mesmo a dor dos cravos foi capaz de silenciar suas línguas maliciosas. Aqueles dois iriam morrer como sempre viveram: atacando o inocente. Todavia, neste caso, o inocente não revidou. 


O homem de quem zombavam não parecia grande coisa. Seu corpo estava cortado pelo açoite, com as carnes como que arrancadas dos ossos. Seu rosto era uma máscara de sangue e cusparadas. Os olhos estavam inchados e inflamados. "Rei dos judeus", dizia a placa acima de sua cabeça. Uma coroa de espinhos estava colocada sobre sua cabeça. Seus lábios estavam entreabertos. Talvez seu nariz sangrasse e um dente estivesse abalado. 


O homem de quem escarneciam estava semimorto. Já havia apanhado. Mas, ainda assim, estava em paz. "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lc 23.34). 


Depois da oração de Jesus, um dos ladrões começa a lançar insultos contra Ele: "Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós" (v. 39). 


O coração daquele ladrão continuava duro. A presença do Cristo crucificado não significava nada para ele. Jesus era digno apenas do ridículo, inclusive por parte dos ladrões. O ladrão espera encontrar eco vindo da outra cruz. Mas o eco não veio. Em vez disso, ele foi desafiado. 


"Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez" (vv. 40,41). 
Incrível. A mesma boca que amaldiçoou a Jesus agora o defende. O que aconteceu? O que viu de diferente desde que foi colocado naquela cruz? Será que testemunhou algum milagre? Ouviu algum discurso? Leram para ele algum tratado sobre a Trindade? 


Não, claro que não. De acordo com Lucas, tudo o que ele ouviu foi uma oração, uma oração de graça. E aquilo foi suficiente. Alguma coisa acontece ao homem que se coloca na presença de Deus. E alguma coisa aconteceu àquele ladrão. 


Leia suas palavras novamente: "recebemos o que os nossos feitos mereciam... mas este nenhum mal fez'". 
A essência do Evangelho em uma frase. O cerne da eternidade através da boca de um salafrário: 
Eu estou errado; Jesus está certo. 
Eu errei; Jesus, não. 
Eu mereço morrer; Jesus merece viver. 


O ladrão tinha pouca informação prévia sobre Cristo, mas o que sabia era realmente precioso. Ele sabia que um homem inocente estava sofrendo uma morte injusta, sem ter qualquer reclamação em seus lábios. E, se 
Jesus pode fazer isso, então Ele realmente é quem diz ser. 


Assim, o ladrão pede ajuda a Jesus: "Senhor, lembra-te de mi quando entrares no teu Reino". 
A cabeça de Jesus, pendente para a frente, levanta-se e vira para o lado. Os olhos de ambos se encontram. 


O que Jesus vê é um homem despido. Não digo isso em termos de roupas, mas em sentido figurado. Nada o cobria. Ele não tinha o que esconder. 
Seu nome? Escória da sociedade. Seus grandes feitos? Morte por crucificação. Sua reputação? Criminoso. Seu caráter? Depravado até o último momento. Até a hora final. Até o derradeiro encontro. 
Até agora. 


Diga-me, o que este homem fez para ter direito a qualquer ajuda? Afinal, ele estragou sua própria vida. Quem ele é para pedir perdão? Zombou de Jesus publicamente. Que direito ele tem de fazer esta oração? 
Você quer mesmo saber? O mesmo direito que você tem de fazer as suas orações. 


Veja bem, ali estamos, você e eu, naquela cruz. Despidos, desolados, desesperados e distanciados de tudo. Aqueles dois somos nós. Nós é que estamos dizendo a Jesus: "Apesar de tudo o que já fiz, a despeito daquilo que você vê, há alguma possibilidade você se lembrar de mim quando voltar para casa?" 
Não nos vangloriamos. Não fazemos nossas listas. Qualquer sacrifício parece loucura quando colocado diante de Deus na cruz.


É muito mais do que merecemos. No entanto, estamos desesperados. Então, pedimos. Assim como muitos outros fizeram: o paralítico, junto ao tanque; Maria, nas bodas; Marta, no funeral; o endemoninhado gadareno; Nicodemos, à noite; Pedro, andando sobre o mar; Jairo, no meio da multidão; José, na estrebaria. E todos os outros seres humanos que ousaram se colocar diante do Filho de Deus e admitir que têm necessidade. 


Tal qual o ladrão, nós ainda temos uma oração. E, como ele, a fazemos. 
E nós, assim como o ladrão, ouvimos a voz da graça. Hoje estarás comigo no Paraíso. 
E, do mesmo modo como o ladrão, conseguimos suportar a dor, sabendo que em breve Ele nos levará ao lar. 


[ Para mais meditações de Max Lucado, visite o site www.hermeneutica.com] 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Nações - Quem irá?

Quando entendemos quem verdadeiramente somos, então passamos a compreender qual é o nosso chamado e acaba se tornando difícil não falar sobre missões.

Nas nações, nos estados, nos bairros, na vizinhança e/ou na família. Aonde você estiver seja luz, seja semente, seja vida.

Missões é anunciar uma nova perspectiva de vida: Caminho para trilhar, Verdade para crer e Vida para usufruir, Jesus. A humanidade carece de esperança, fé e âmparo e Deus precisa de você para ser um agente de mudanças. (Mateus 9:37-38)

Pregue e Pratique o IDE (Mateus 28: 19-20).

..Em um dos nossos encontros rolou o culto das nações.

Cada célula representou uma Nação que necessita ouvir sobre o Senhor. Os líderes, os discípulos e os visitantes não mediram esforços em soltar a criatividade.

Confira abaixo uma parcela do que rolou!

Tenda Jovem Internacional

3 Alemãs e 2 outros países


Uma banda da foto e um bando de gente


As dançantes

Comunhão no louvor sudita


O Senhor disse que Todo joelho se dobrará..


Los Muchachos: Bozon, Thiagon e Rodrigon

domingo, 12 de dezembro de 2010

A macieira, o discipulado e a amizade cristã

No dia 12 de dezembro, celebramos o dia do discipulador! 

A gente sabe que todo dia é dia de agradecer a Deus pela pessoa que Ele levantou para te abençoar, caminhar junto, chorar junto, rir junto da gente, mas hoje é diferente! É nesse dia que a gente tem a chance de demonstrar, com gestos, presentes ou palavras, como essa pessoa é fundamental na nossa caminhada!

Quero deixar aqui um texto que achei no site da Jocum, que expressa bem o valor do discipulado! É extenso, mas vale a pena ler!

"Certa vez ouvi que o fruto da macieira não é a maçã, mas outra macieira… a maça não é o fim, mas o meio. Semelhantemente, o evangelismo não se sustenta por ele mesmo. Nossa tarefa vai além, compartilhar não basta, temos que aprender a caminhar junto. Somos chamados a fazer discípulos. E fazer isso em toda a nação, tribo, povo e língua, como Igreja. Estamos cientes disso? Temos encarado o discipulado de maneira coerente com a Palavra de Deus? Somos, como Igreja, chamados a trazer o Reino de Deus gerando outros à imagem de Cristo. Discípulos então que gerem outros discípulos. O Reino de Deus é, na sua essência, Relacionamentos.

A Igreja brasileira tem uma grande carência quando se trata de discipulado. Pessoalmente acredito que é um das nossas maiores deficiências. Isso também é visível no meio missionário. Podemos perceber diante de uma análise honesta e além da superfície que nosso modelo carece de repensado. O pós-modernismo é sem dúvida um dos grandes mentores da vida da Igreja. Vemos o pragmatismo individualista, a ética da “eficiência” (não importa se é bom, quero saber se funciona), a falta de valores absolutos, o consumismo e todo um sistema de mentiras, que chamamos “mundo”, que tem impedido que absorvemos valores do Reino. Nesse sentido, influenciados pelo neo-paganismo, não temos percebido quem de fato somos. 

Numa perpectiva errada sobre nós mesmos e o Outro, visualizamos homens como se fosse árvores. Mas homens não são árvores. A frieza e o individualismo proveniente do mundo tem nos convencido de que não podemos nos envolver. Mas qual o modelo que temos em Jesus? Afinal de contas, qual a percepção de discipulado se mostra mais coerente com o modelos de Cristo? Até onde vão os nossos limites?
Conseguimos mercantilizar até mesmo o próprio discipulado. 

Paulo bem que nos alertou…. Mas o discipulado é para a vida cristã, por causa da pessoa de Cristo, pela Palavra de Deus. O princípio mais fundamental do discípulado, no meu entender, chama-se Relacionamentos. Porque discipulado é relacionamento. Logo, discipular significa nutrir relacionamentos em Cristo. E relacionamentos serão um risco. Sempre. Se alguém não está disposto a se involver ou correr riscos, não pode discipular (nem ser um autêntico discípulo).

Quem tem dificuldades de se relacionar, certamente, tem dificuldade em absorver o fôlego do Reino de Deus. Tem dificuldade de entender nada mais nada menos que a essencia da vida cristã: a restauração plena de relacionamentos, em Cristo, por Cristo e para Cristo.
Nesse sentido podemos afirmar também que discipular é agir com respeito para com a individualidade do outro. Não podemos levar a pessoa a fazer algo que ela não acredita.

Discipular é entrar no mundo do outro e ajudá-lo na jornada do auto-conhecimento combinado com o conhecimento de Deus, em santidade. Muitos afirmam e eu concordo que, sem o Conhecimento de Deus, não podemos nos conhecer plenamente.
Tenho visto modos estranhos de discipulado, com os quais não posso concordar, onde o discipulador não se dispõe a ser algo poderoso: amigo!

Há pessoas que, inclusive, tem uma visão negativa da proximidade e da amizade cristã. Estamos tratando pessoas como árvores? Discipulado é parte fundamental da vida cristã, não pode ser subtraída da “grande comisssão”. Ele é tão importante que Jesus não veio como um técnico, como um professor teórico, como alguém que ensinava “de longe”, mas Deus se fez gente, se fez relacional e chamou discípulos. Fez discípulos. Se envolveu com as pessoas. Foi amigo. Se recusa a nos chamar de servos, mas nos chama de amigos.
Eu acredito na amizade. Discipulado precisa acontecer num clima de amizade. Pessoas não são árvores. Não podemos reduzir o discípulado a um sistema didático, pré-programado, onde ensinamos “as 10 lições para ser um crente”, começando pela conversão e terminando no dízimo.

É sempre interessante olharmos para Jesus. Ele não forçou nenhuma situação, ele esperou o “tempo” de cada um. Sua vida foi abnegada, ele serviu antes de ensinar sobre serviço. Ele amou antes de ensinar que devemos amar a Deus e o próximo. Ele se expoz, caminhou junto, fez churrasco de peixe na praia com seus discípulos, abriu mão de momentos preciosos a sós com o Pai, confrontou, ensinou, corrigiu, sofreu e chorou pelos seus. Também mostrou na prática que Ele é do amor a fonte e inspiração. Ele sabia o que era relacionamentos. Puxa… Ele nos chamou para fazer o mesmo! Isso só é possível entre amigos. A amizade cristã é sobrenaturalmente poderosa!

Acredito que a relação pastor/ovelha, inclusive, poderia ser revolucionada a partir da perspectiva e do modelo da amizade. Larry Crabb, no seu livro “O lugar mais seguro da terra” (Ed. Mundo Cristão) é simplesmente genial quando trata deste assunto. Ele fala sore o poder da conectividade entre as pessoas. Fala do poder curativo e terapêutico da amizade, em particular, no ambiente da Igreja. O salmista nos diz que é bom e agradável viverem unidos os irmãos, e que, quando isso acontece, é como com óleo (unção) descendo sobre a barba dos sacerdotes (Sl. 133). Que perspectiva!

O ser humano é relacional, como a trindade santa o é. A vida cristã nos conclama a construir relacionamentos em Cristo e não métodos ou técnicas “profissionais” de relação. Estamos dispostos a pagar o preço. Estamos dispostos a renunciar ao modelo pagão da “técnica e eficiência” e andar em amor? Jesus pagou um preço alto para restaurar o significado da pessoa, em contraste com a força do indivíduo. A nossa sociedade, a Igreja as vezes, não tem conseguido discernir a grande diferença entre um e outro.

Se formos falar em discipular nações, precisamos apreender conceitos fortemente bíblicos para a relação e relacionamentos discipuladores, e por que não dizer, aprender mais sobre o valor da amizade. Nós, missionários, que nos dispomos a centralizar nosso ministério na formação de pessoas a imagem de Cristo entre povos e raças, temos uma grande responsabilidade. Mas se encaramos essa tarefa de maneira errada, doentia ou com sentimentos carnais de superioridade em relação ao discípulo, certamente seremos agentes de des-construção do Reino e da pessoa de Cristo na vida de outros.

Mas se entendermos bem o discipulado e, mais importante, se nos entregarmos à esse ministério com integralidade, teremos a oportunidade de sermos cooperadores com Deus na formação de um povo santo, restaurado, e fortemente comprometidos em fazer Jesus conhecido enter as nações, não somente em função do que falam, ensinam ou escrevem, mas acima de tudo, pelas suas relações curadas, terapêuticas e revolucionadoras. Não é por isso que temos o ministério da reconciliação?

Pessoas não são árvores. O ser humano é um bloco de relações, que, uma vez em Cristo, se entrega à Sua vontade boa, perfeita e agradável. Uma vontade de amor, que vai ao encontro para consolar, salvar, curar, cuidar e compartilhar cuidado e, enfim, relacionar-se à luz da eternidade. É no discipulado que formamos os adoradores. Uma geração de pessoas que entenderam a relação com Deus e com os outros e escolhem voluntariamente viver sob essas relações. Para essas relações.

Os Discípulos/Adoradores mudarão o mundo… você está disposto a ser um deles e gerar outros?"

domingo, 28 de novembro de 2010

Baile de Máscaras

Nesse último sábado (27), rolou um culto diferente - O Baile de Máscaras!

Os discípulos arregaçaram as mangas e mostraram sua criatividade! Foi tudo muito divertido, colorido e cheio de brilho, mas o melhor de tudo foi a ministração. Deus falou muito através de Laís, nos revelando o verdadeiro motivo desse culto - arrancar as máscaras das nossas almas e ser curados, livres e aperfeiçoados por Ele. Foi tremendo!

O teatro foi espetacular com uma peça cativante que nos mostrou como eram bons os tempos de inocência quando não usávamos máscaras ainda. E como é importante nos voltar pra Jesus nos tempos de hoje, em que as máscaras distorcem quem realmente somos e nos consomem!

Parabéns a todos que participaram dessa festa! Já garimpei algumas fotos por aqui!


votação das melhores máscaras

Lari e Mildinho (melhor máscara?)

B! ah, e Thiago e Laís

B e Tatá bombando

Lari, Daiane e B nem aí

As dançarinas mascaradas e Tiagão

B e Lari

Bia, Pânico (Milds) e Babi

A dança e Tiagão

Tenda Jovem

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